Analisando os problemas da apnéia do sono São Paulo, São Paulo

Compreenda como a apnéia do sono interfere na saúde do paciente. Entenda as causas desse problema. Conheça também, as formas de tratamento.

Paulo Augusto Barreto
(11) 5589-8929
Av Jabaquara 1536 - Cj.404
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Marcos Galan Morillo
(11) 5539-3166
Vergueiro 2045 - 7º And.
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Ricardo Capersmidt
(11) 000
Rua Saguairu 665 - Casa Verde
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Suely Goldflus
(11) 3663-6744
Rua Emílio de Menezes 76 - Conj 41
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Thiago Gibello Gatti Magalhaes
(11) 3662-1094
Av. Angelica 916 - Conj 303 3º And
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Nédia Maria Hallage
(11) 3872-7520
Jaricunas 158
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Mirela Akagawa Yunes
(11) 2574-2716
Rua Dr Alceu de Campos Rodrigues 247 - Cj. 114
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Renato Igino dos Santos
(11) 3862-9609
Cotoxó 875 - Casa
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Ricardo Santos Coelho
(11) 2114-6171
Rua Mato Grosso 306 - Cj 816
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Teresa Cristina Yamanaka Pereira
(11) 3045-1978
Al Vicente Pinzon 144 - Cjto 53
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Analisando os problemas da apnéia do sono

Fornecido por:

Estudos recentes apontam que cerca de 40% dos indivíduos hipertensos sofrem também de apnéia obstrutiva do sono, alertando para uma relação entre as doenças. A apnéia atinge aproximadamente sete em cada 100 pessoas e a incidência é maior no sexo masculino. Dados sobre o mal mostram que 24% dos homens de meia-idade e 9% das mulheres são afetados pela apnéia.

A doença caracteriza-se pelo ronco que segue em um mesmo ritmo, vai ficando mais alto e, de repente, é interrompido por um período de silêncio. Neste momento, a pessoa fica totalmente sem respiração, mas, logo o ronco volta ao ritmo inicial.

Na prática, ao relaxar durante o sono, a faringe torna estreita a passagem de ar, provocando as vibrações típicas do ronco, até se fechar completamente e interromper o fluxo respiratório temporariamente. Numa reação de defesa, o organismo libera adrenalina, que contrai os vasos e restringe o espaço por onde o sangue circula. O aumento da p...

Clique aqui para ler este artigo na Minha Vida